domingo, 19 de agosto de 2012

PRIMEIRAS PALAVRAS Déjà vu

(19-08-2012. Estou publicando o texto iniciado com a criação do blog a fim de que fique atrelado fatos a datas assim para que se ateste a veracidade do tempo em que cada um ocorreu)

De repente, novamente, em 13 de fevereiro de 2012 me vi num pesadelo ocorrido há onze anos atráz. Uma nova separação, com a mesma mulher.
Pensei estar mais preparado e em condições de superar a ocorrência. De início foi assim, mas com o passar dos dias, estes se descortinavam de forma diferente. Me pareceu ter estado vendado todos os anos recentes até aquele momento. E, assim, de olhos abertos, consegui enxergar o que não conseguia quando ela estava bem perto. O deslumbramento desencadeou algo irresistível e incontrolável contido por longo tempo e tomava conta de meu corpo e progressivamente de minha consciência.
Uma enorme e frívola pressâo no plexo tomava meu corpo. Passei a ficar enjoado com alimentos e passei a evacuar uma espécie de muco apesar de ainda me alimentar regularmente. O enjôo só me permitia a ingestão de frutas e vegetais. Meu corpo reagia mas minha consciência ainda permanecia conformada com os acontecimentos.
Percebia que mais bloqueios iam se desfazendo e novas percepções foram aflorando com relação a partida dela. Marquei uma consulta com o psiquiatra que me socorrera no passado e os medicamentos foram semelhantes: um anti depressivo e outro para que eu pudesse dormir um sono contínuo o que já não vinha ocorrendo, passadas duas semanas da partida.
Ficou difícil a sequência na faculdade, a ausência na casa vazia, a solidão era insuperável.
Persisti na escola e o resto do dia me apeguei em meu filho Andre que passou a ser meu elo com a vida. Ficava todos os dias na casa dele até tarde das noites que se sucediam.
Aos finais de semana saíamos para passeios entre almoços, cafés e cinema. Vez ou outra minha filha Juliana e seu filho , Guilherme nos faziam companhia. Isso rendeu muitas postagens em meu Facebook, calorosamente recebido pelos colegas de escola, minha nora Danielle e minha filha, com a qual passei a ter uma aproximação inexistente até esses seus 28 anos. Lamento não poder ter estado com meu filho Davi e sua família, mas nunca vou esquecer ula conversa com minha nora Cristiane e aquele abraço amigo.
Um mês se passara e eu em plena depressão, 10 kilos mais leve. A medicação era uma tragédia: difícil acordar de manhã e tremedeira até o almoço, de frutas.
Apesar de tudo, sentindo o mundo desmoronando, inconformado pela partida e pelo próprio fato de estar inconformado pois não tinha essa preocupação quando ela estava por perto. Parece que havia uma certa blindagem para qualquer tipo de emoçóes e que agora afloravam com um furor incontrolável como que se justificassem por terem estadas contidas até então.
Tentei ouvir Gaspareto, ler Shinyashiki, e nada......Passei a ter momentos de profunda depressão acompanhado de momentos chorosos:sem perspectivas quaisquer.
Em dois momentos que nos encontramos houve uma tremenda discussão com injúrias de ambos, apesar disso nos reconciliamos em conversar posteriores; uma experiência dos longos 32 anos desde nosso primeiro encontro.
Surpreendentemente algumas pessoas de meu convívio, na escola, na lanchonete, até de estranhos me recebiam com um carinho especial, um olhar de preocupação bem sutil onde pude sentir que estava recebendo uma espécie de suporte nessa amarga travessia de minha vida. Sentia uma forte pressão para desistir da faculdade, do trabalho, dos projetos e me vi envolvido em pensamentos terríveis, tentando articular uma solução.
Tudo piorou muito quando por volta da terceira semana da partida fui ter com ela num centro de umbanda onde ela frequenta às quartas feira. Cheguei um pouco antes e tive uma grande e desagradável surpresa quando de longe a vi caminhar com outra pessoa de mãos dadas....
Dali para frente as coisas pioraram para mim. é difícil confessar, mas tenho que fazê-lo a bem da verdade.
Daí para frente em meio a uma depressão profunda, desisti dos medicamentos por insistência de um amigo da faculdade, o Klaus, um rapaz de seus 22 anos, muito espiritualizado e com uma sensibilidade de um monge. Devo confessar que duas almas também falavam à minha a do Davis e da Penha, também colegas da faculdade, que nunca souberam a causa de meu estado alterado.
A ponto de trancar a matrícula, fui eleito representante de classe e solicitado para outras tarefas junto aos Mestres, fatos estes que entendia virem ao meu encontro dizendo para que eu não desistisse...
Depois da escola, Andre era meu guia. à noite minha família era a dele junto com a Monica e a Danielle que jamais se incomodou por isso.
Passou-se o aniversário dela, uma  pessoa diferente, com expressão diferente,em 05 de março, em meio a grande tumulto, minha depressão aumentava, os passeios aos shoppings também. O choro era certo nas idas e vindas à faculdade. Desisti do Gaspareto: nada acontecia, faltava algo à alma.
Certo dia voltando da faculdade, em meio a lágrimas incontroláveis, sem perspectivas para a angústia, depressão, desmotivação, cheguei mais tarde em casa, esperavam por mim o Andre e a pessoa, O Sr. Luis, que iria fazer um orçamento para a reforma so sofá que seguiria para ela.
Poucas palavras, pedi o orçamento, acertamos e com aparência sei lá como  me despedi e estava para subir quando aquele homem voltou portão adentro, pediu licença , me chamou e disse:
"Sr. Orlando, o senhor acredita em Deus?"
Lhe respondi que sim! Ele insistiu e perguntou:
"Posso lhe fazer uma oração?"
Fiquei meio desconfiado, mas lhe disse que sim!
Aquele homem tomou, então minhas duas mãos e de cabeiça para baixo iniciu sua reza num estilo que viria a conhecer depois como um rito evangélico!
Passaram-se aproximadamento uma hora naquele local onde, comovido pelas palavras, que se adequavam a minha situação de clamor por ajuda, chorei copiosamente como se estivesse me lavando por dentro.
Por vezes ele afirmou situações que me surpreendeu a mim e ao Andre, por serem de nossa intimidade.Por outro o Sr. Luis ficou ensopado por sua própria transpiração...
Finalmento, terminada a oração, parecíamos saídos de uma batalha, mas questionado de como me sentia, após procurar em mim mesmo percebi melhora, principalmente na região do estômago onde sentia a impressão de existir uma estopa ensopada com graxa, que não sentia mais!
Pela primeira vez depois de iniciado aquele processo corrosivo e incontrolável podia sentir apenas uma sensação de cansaço!
Perguntei ao Andre: Quem é esse cara?
Subimos para tomar água e iniciamos uma conversa com mais detalhes. Nos apresentamos e fiquei sabendo que o Luis era evangélico e fez menções de sua crença com afirmativas positivas consagrando a Deus toda obra de recuperação e restauração da saúde espiritual e material. Orou por toda a casa, inclusive em meu quarto de casal onde se demorou mais.
De fato algo acontecera. Uma grande energia movera-se na minha vida!
Evangélicos não tinham um bom conceito comigo! Mas de fato, um problema espiritual?De novo essa estória?
O Andre, que assistira a tudo, também ficou impressionado.
É sempre aquela situação : como ele tinha conhecimento desse ou daquele fato?
Não entendi nada naquele momento, mas senti que estava melhor, sem a pressão no plexo e mais leve.
Dizia ele: Orlando, todo o mal que havia contra você foi quebrado agora: creia nisso, acredite em Deus.
Me confortei com aquelas palavras naquele momento!
Pediu para que entrasse em contato se precisasse.
Fomos unidos pela reforma de um sofá, cujo outro tapeceiro nem dera notícias para orçamento, e o Luiz fora cogitado por meio do Andre que o conhecia por te-lo contratado para reforma de seu sofá. Mais tarde vim a entender melhor tudo isso.
.......
Nessa época pensei seriamente em trancar a faculdade, mas coisas aconteceram que me impediram tais como: fui eleito representante da classe, Professores me deram tratamento diferenciado, com muita atenção e carinho. Colegas como o Davis, Klaus e a Penha sempre muito atenciosos, perceberam veladamente minha situação de fragilidade e estavam sempre ao redor, com muita atenção.
O klaus, ... um verdadeiro amigo movido por Deus para dedicar precioso tempo com questionamentos sobre auto estima, até me convidou para fazer kung fu, me emprestou um livro que lhe fora de muita ajuda emocional. Me desafiou a parar de tomar os tarja preta, e parei!

Levantar ficou difícil, passar o dia ficou difícil, mas tudo e todos  ao meu redor pareciam saber de meu momento difícil e se movimentavam para me apoiarem.
Todos os dias eu ia para a casa do meu querido Andre, que me suportou com sua esposa maravilhosa e meu anjinho, a Mona.  Saía de lá sempre depois da meia noite!!!!! Almoço e janta eram sagrados.
Nessa época,a Juliana estava separada do Leo e tinha uma vida própria que só me permitia contato quando tinha que ficar com o Gui. Mas minha situação era tão complicada que não me possibilitava uma aproximação, o que, aliás nunca houvera realmente: ela sempre fora mais ligada  e influenciada pela mãe.
A situação era caótica para mim e o que mais me incomodava era de como tudo acontecera de novo e como eu me sentia rejeitado, desprezado e humilhado! Eu merecia mesmo tudo aquilo? Fora tão "mau" assim. Que culpa me cabia? Como sair daquela situação de mágoa , depressão e inconformismo? Por que eu fui trocado?
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A busca de um bálsamo para minha dor!

Tendo sido o Luis um elemento que  trazia alguma luz à situação e meu interesse em continuar absorvendo aquela solução, fomos, o Andre e eu a ter com ele mais vezes inclusive com umas visitas ao seu lar. 
Num desses encontros, ele disse ter aberto uma palavra na bíblia antes de sua oração habitual e que a fazia por mim: era este Ezequiel 37: Um vale de ossos secos
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O PRIMEIRO CULTO!
Foi uma retribuição ao amigo Luiz....uma quinta feira

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A NECESSIDADE DE ENTREGAR O VOLANTE DE SUA VIDA PARA JESUS!

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Março de 2012 :A FILA, A FOTO DA FAMÍLIA

Após o culto, sabendo do atendimento pessoal do pastor Emerson, me coloquei na fila de espera, onde o atendimento ao pedido de uma interseção era feito alí mesmo em frente ao púlpito do altar, em pé.
Olhar mareado pela emoção do transcorrer dos acontecimentos, das mensagens dos louvores e da pregação da palavra:, foi quando falei pela primeira vez com o pastor Emerson com um  foto da família, pedi que orasse por nós e com a foto nas mãos ele me disse o seguinte:
"Irmão Orlando, ocorreu aqui um problema que tem origem muito além , no passado, muito antigo, feito para destruir a família: uma obra de feitiçaria muito antiga, cujo objetivo era a destruição total da família.
Mas hoje, o senhor estará voltando no tempo, até aquele exato momento, e, invertendo o mal! E tudo será refeito: a família será restaurada. E saiba que eu nunca tive que voltar atrás numa palavra dita. É só esperar no tempo de Deus."

Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas.
Eis que faço uma coisa nova, agora sairá à luz; porventura não a percebeis? Eis que porei um caminho no deserto, e rios no ermo. 
Isaías 43:18-19

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13 de junho de 2012. Quarta feira
Conheci o Levita Davi Klaus que numa visita louvou a Deus com músicas de seu trabalho, mas ao final do culto, recebendo a palavra, estando eu na primeira fila como sempre, se dirigiu a mim e disse:
"Moço, eu não lhe conheço mas quando louvava pude observar uma coluna de partículas douradas sobre sua cabeça e lhe digo que, entre muitas coisas, um certo documento em que não fora concluído um negócio há alguns anos atráz, será concluído e você deve marcar a data de hoje em sua vida"

Estava só naquela época na igreja e procurei entender qual seria tal documento e creio que se tratava da documentação do cancelamento da separação que Marisa havia guardado em um doas armários.


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12 de julho de 2012, Fomos ao culto Danielle e eu, em prosseguimento ao propósito de Daniel em nossas vidas. 12º dia. A pregação da palavra foi feita pelo pastor Valter. A palavra foi Gênesis, 6.13-15
O tema foi: cumprimento da vontade de Deus, tempo da obra de Deus, Deus dá o conhecimento necessário para nossas tarefas; como Noé, Deus dá a possibilidade de nós, salvarmos também nossa família:  Gen 6.22 E Noé fez tudo como Deus havia mandado.
Gen 7.1 Javé disse a Noé: «Entre na arca com toda a sua família, porque você é o único justo que encontrei nesta geração>>.
É nosso dever evangelizar nossa família
O encerramento do culto foi feito pelo pastor Valter, mas antes das palavras finais disse que tinha uma visão: de alguém que estava pedindo a Deus para que sua mulher voltasse para casa e que ela voltava, tocava uma campainha, tinha uma bolsa na mão e que a soltava no chão e dizia: voltei!
Nesse momento eu simplesmente fiquei sem ar e olhei para a Dani que estava mais branca do que eu! Seria comigo?
Encerrando-se o culto, me dirigi, como de costume para cumprimentar o pastor e agradeci as palavras finas e ele, o Pr Valter, disse , pegou a mensagem? Na sequencia o Pr Emerson me abraçou e disse : e aí irmão Orlando: era com você! e olhando firme, colocou a mão em meu coração e trazendo a palavra, me confortou dizendo:"desseseu  coração machucado eu tenho conhecimento por suas orações e ela vai voltar com a ajuda de sua filha e sua que irão amaciar aquele coração endurecido e então, no devido tempo,ela vai entrar por aquela porta com as mãos dadas com você!"
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07 de julho de 2012: o batismo nas águas

Assim que fiquei sabendo da necessidade de assumir um compromisso com Deus, me preocupava a ideia de me submeter ou não ao batismo. Os irmãos sempre tentavam enfatizar a necessidade, mas eu não estava consciente disso.
Não por lógica ou por raciocínio a respeito; decidi por intuição. Acatei os dizeres bíblicos no novo testamento e me inscrevi, uma semana antes.
Pensava na Juliana e cheguei a perguntar-lhe se iria ser batizada e ela me disse que estaria estudando na igreja da Penha, onde o Leo tinha congregado e estava retornando.
Numa sexta, anterior à semana do batismo, decidido que estava, por perto estavam a Ju o Leo e a Dani, parece que meu ímpeto contagiou a Ju e ela declarou ali que iria me acompanhar!!!! Maravilhoso presente para o momento: ficamos todos muito felizes e a cumprimentamos fervorosamente pela decisão e ela também ficou empolgada. Mais uma vez o operar de Deus fora grandioso, porque nem precisei insistir, a iniciativa foi dela própria.
E fomos para a obra!





13 de julho de 2012: SEXTA FEIRA !
Antes deiniciar o culto propriamente fomos convocado a dar a s mãos e iniciar uma oração, e posteriormente um grande clamor pelo fato de nesse dia estarem sendo feitas obras de bruxarias e assemelhadas em prejuízo de muitas pessoas, sendo por esse motivo a oração e o clamor.
Culto pregado novamente pelo Pr Valter,mas com complementação do Pr Emerson que trouxe a revelação da videira, um anjo amassando uvas e odres sendo cheios com vinhos, sendo que a igreja estava deixando o vinho virar vinagre pois não estava praticando o evangelho nem na família. Da existência de um espírito enganador, oprimindo os crentes e que Deus mencionava uma grande batalha espiritual e que anjos estariam sendo enviados à congregação para auxiliar.
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15 de julho de 2012 : Bênção matrimonial da restauração do casamento da Juliana e do Leo.
Divorciados ha mais de dez meses, o operar de Deus nas vidas da Juliana de do Leonardo foi tremendo. Com apenas um mês de conversão da Ju e uma semana após o batismo, houveram por bem comunicar ao Pastor Emerson o desejo de reafirmarem as bênçãos matrimoniais o que foi muito bem acolhida pela Igreja, que foi presenteada com uma performance maravilhosa da palavra trazida pelo Pastor, com a unção das alianças e dos re-noivos.
Uma cerimônia inesquecível pelas palavras trazidas ao altar, relembrando que o primeiro milagre de Jesus se dera numa festa de casamento onde havia terminado o vinho e houve a transformação de água em vinho.


A palavra revelada falava sobre um ruido de espadas, e que o Senhor mandava dizer que havia uma grande batalha e que estariam sendo enviados anjos para nosso auxílio.
E dizia: " A partir de hoje, filho meu, o inimigo não mais vai ter acesso a tua casa, porque vou te guardar por todo o tempo, vou abrandar teu coração, transformar seu caráter, melhorar tua pessoa e alguns vão estranhar tua transformação: estou contigo pois a obra é minha"
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17 de julho de 2012: Um presente

Hoje o culto contou com um número reduzido de irmãos; nem o Pastores Emerson e Gleice vieram,
Mas o espírito de Deus esteve presente.
Durante a pregação da palavra, pelo Presbítero João, Efésios....., muito se falou sobre seguir em frente, não desistir e contar com a proteção de Deus na peleja contra o inimigo.
Ao final do culto ele parou , fechou os olhos e disse: " abra as suas mão e se você crÊ, sinta um presente do Espírito Santo em suas mãos"; incrível que verdadeiramente senti um calor em minha mão esquerda.
Com isso ele observou que para que  tomássemos posse ao chegarmos em nossos lares.
Tomei um lanche na casa do Andre, ao chegar em casa fechei os olhos , abri minhas mãos e esperei, e, logo em seguida o mesmo calor senti na minha mão esquerda novamente: tomei posse da bênção e a dividi com minha família, incluindo ela, apesar de não estar perto de nós, no momento.

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